Excelente manual de como montar o seu primeiro negócio. Neste livro será abordado:
Aspectos jurídicos importantes; Sócio: Ter ou não ter? Eis a questão; Mortalidade das empresas; As megatendências para o século XXI; Projeto de negócio; Manual de sobrevivência na crise; As sete perguntas mágicas do cotidiano.
Para baixar: Clique Aqui
Aqui vc encontrará um monte de coisas relacionadas à Educação Financeira e Empreendedorismo
Mostrando postagens com marcador negócio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negócio. Mostrar todas as postagens
7 de jun. de 2012
3 de jun. de 2012
Quinze dicas para não errar no ponto de venda
1 - Sucesso x Fracasso
Uma boa localização pode representar uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.
2 - A importância do “P” de ponto
A questão da localização não pode ser dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4 PS, deve-se buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros “Pês” podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais facilmente.
3 - Ponto ideal
O ponto ideal é o que fica mais próximo do seu público-alvo e que mais se ajusta à proposta do negócio. Uma loja que não atenda a essas características requer investimento de muito tempo e dinheiro para garantir a sua presença no mercado.
4 - No caminho do cliente
O bom ponto é aquele que fica no caminho do cliente”. É preciso analisar o traçado das ruas e avaliar se o trânsito é compatível com a atividade. Grandes avenidas com retornos e estacionamentos proibidos afastam o comprador. De modo geral, vias movimentadas adaptam-se às compras por impulso e as mais calmas à venda de produtos especializados.
5 - Facilidade de acesso
O sucesso também depende da facilidade de acesso. “Uma padaria, por exemplo, deve se instalar no sentido centro-bairro, para que as pessoas possam estacionar na volta para a casa”.
Uma boa localização pode representar uma grande variação no volume de negócios e ser determinante entre o sucesso e o fracasso de um empreendimento.
2 - A importância do “P” de ponto
A questão da localização não pode ser dissociada dos outros componentes do marketing. Considerando os 4 PS, deve-se buscar a coerência entre o PONTO (localização), o PREÇO, o PRODUTO e a PROMOÇÃO. O P de Ponto tem caráter de vida longa, enquanto os outros “Pês” podem sofrer ajustes e serem reorientados de forma tática mais facilmente.
3 - Ponto ideal
O ponto ideal é o que fica mais próximo do seu público-alvo e que mais se ajusta à proposta do negócio. Uma loja que não atenda a essas características requer investimento de muito tempo e dinheiro para garantir a sua presença no mercado.
4 - No caminho do cliente
O bom ponto é aquele que fica no caminho do cliente”. É preciso analisar o traçado das ruas e avaliar se o trânsito é compatível com a atividade. Grandes avenidas com retornos e estacionamentos proibidos afastam o comprador. De modo geral, vias movimentadas adaptam-se às compras por impulso e as mais calmas à venda de produtos especializados.
5 - Facilidade de acesso
O sucesso também depende da facilidade de acesso. “Uma padaria, por exemplo, deve se instalar no sentido centro-bairro, para que as pessoas possam estacionar na volta para a casa”.
6 de mai. de 2012
Saiba Como Poupar e Abrir Seu Próprio Negócio
Em mais uma matéria da série Dinheiro Suado você vai aprender algumas dicas de pessoas que conquistaram seu próprio negócio; veja!
18 de mar. de 2012
8 Dicas Para Abrir uma Empresa
Especialistas orientam o empresário nas principais etapas para começar um novo negócio
Começar um negócio de sucesso não é só encontrar um ramo de atuação, um nicho de mercado e o perfil certeiro de cliente. No processo de abertura da empresa em si, é preciso estar atento em todos os passos e detalhes mais técnicos desse processo, como o contrato social, a tributação e a escolha do imóvel. São questões importantes que, se mal resolvidas, podem atrapalhar os planos do empresário. Confira a seguir oito dicas de especialistas para enfrentar esses passos de maneira mais eficiente e segura.
1. Confecção do contrato social
Na abertura do negócio, o empresário deve atentar na confecção do contrato social, em que são relacionados aspectos práticos do funcionamento do negócio, como definição básica da empresa (nome, endereço e atividade), o capital social (valor ou bens investidos), a relação entre os sócios e a divisão dos lucros.
Uma maneira de agilizar o registro do contrato social é procurar o sindicato da categoria da empresa e verificar se possui um posto avançado da junta comercial. Assim, o procedimento, que geralmente demora cinco dias para ser concluído, pode ficar pronto em 24 horas.
De acordo com o contador Vicente Sevilha Júnior, autor do livro Assim Nasce Uma Empresa (editora Brasport, R$ 59), é importante ter certeza dos termos especificados no contrato social, porque mudanças de regras, ou seja, alterações contratuais, implicam refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As modificações, no caso das sociedades limitadas, só podem ser feitas se 75% do capital estiver de acordo. Erros formais, como grafias incorretas, são facilmente resolvidas com retificações no contrato.
2. Escolha do melhor regime de tributação
Começar um negócio de sucesso não é só encontrar um ramo de atuação, um nicho de mercado e o perfil certeiro de cliente. No processo de abertura da empresa em si, é preciso estar atento em todos os passos e detalhes mais técnicos desse processo, como o contrato social, a tributação e a escolha do imóvel. São questões importantes que, se mal resolvidas, podem atrapalhar os planos do empresário. Confira a seguir oito dicas de especialistas para enfrentar esses passos de maneira mais eficiente e segura.
1. Confecção do contrato social
Na abertura do negócio, o empresário deve atentar na confecção do contrato social, em que são relacionados aspectos práticos do funcionamento do negócio, como definição básica da empresa (nome, endereço e atividade), o capital social (valor ou bens investidos), a relação entre os sócios e a divisão dos lucros.
Uma maneira de agilizar o registro do contrato social é procurar o sindicato da categoria da empresa e verificar se possui um posto avançado da junta comercial. Assim, o procedimento, que geralmente demora cinco dias para ser concluído, pode ficar pronto em 24 horas.
De acordo com o contador Vicente Sevilha Júnior, autor do livro Assim Nasce Uma Empresa (editora Brasport, R$ 59), é importante ter certeza dos termos especificados no contrato social, porque mudanças de regras, ou seja, alterações contratuais, implicam refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As modificações, no caso das sociedades limitadas, só podem ser feitas se 75% do capital estiver de acordo. Erros formais, como grafias incorretas, são facilmente resolvidas com retificações no contrato.
2. Escolha do melhor regime de tributação
22 de jan. de 2012
10 Atitudes de Pessoas Criativas
Criatividade não é meramente uma questão de técnicas e habilidades, mas sobretudo de uma atitude mental no trato de problemas e de idéias. Mesmo para alguém versado nas técnicas de criatividade (Brainstorming, Mapa Mental, SCAMPER, TRIZ, etc.), sem uma atitude mental correta, estas técnicas não produzirão resultados. Para serem eficazes, as técnicas de criatividade precisam ser acompanhadas de atitudes que nos levem a ver o mundo sob diferentes perspectivas e a trilhar caminhos nunca antes tentados.
Algumas atitudes mentais essenciais para o pensamento criativo são apresentadas a seguir.
1. Curiosidade
Criatividade requer uma disposição permanente para investigar, procurar entender e obter novas informações sobre as coisas que nos cercam.Curiosidade Para se tornar uma pessoa mais criativa você deve aprender a perguntar “por quê?” e “e se…?” e incorporar estas perguntas ao seu modo de vida. Infelizmente, com a maturidade perdemos aquela atitude inquisitiva da infância, quando não dávamos trégua aos nossos pais, querendo saber o porquê sobre tudo. Faz-se necessário estimular a volta desta curiosidade natural, anulada pela escola, pela família e pelas empresas.
2. Confrontando desafios
As pessoas criativas não fogem dos desafios mas os enfrentam perguntando “como eu posso superar isto?”. Elas têm uma atitude positiva e vêem em cada problema uma oportunidade de exercitar a criatividade e conceber algo novo e valioso.
3. Descontentamento construtivo
As pessoas criativas têm uma percepção aguda do que está errado no ambiente em volta delas. Contudo, elas têm uma atitude positiva a respeito desta percepção e não se deixam abater pelas coisas erradas. Ao contrário, elas transformam este descontentamento em motivação para fazer algo construtivo. Santos Dumont era um entusiasta dos balões mas não estava satisfeito com suas limitações e não descansou até inventar uma aeronave dirigível.
4. Mente aberta
Criatividade requer uma mente receptiva e disposta a examinar novas idéias e fatos. As pessoas criativas têm consciência e procuram se livrardos preconceitos, suposições e outros bloqueios mentais que podem limitar o raciocínio. Quem vê um celular apenas como um telefone, jamais pensaria em agregar ao aparelho outras utilidades como fotografia, GPS, e-mail e MP3.
Algumas atitudes mentais essenciais para o pensamento criativo são apresentadas a seguir.
1. Curiosidade
Criatividade requer uma disposição permanente para investigar, procurar entender e obter novas informações sobre as coisas que nos cercam.Curiosidade Para se tornar uma pessoa mais criativa você deve aprender a perguntar “por quê?” e “e se…?” e incorporar estas perguntas ao seu modo de vida. Infelizmente, com a maturidade perdemos aquela atitude inquisitiva da infância, quando não dávamos trégua aos nossos pais, querendo saber o porquê sobre tudo. Faz-se necessário estimular a volta desta curiosidade natural, anulada pela escola, pela família e pelas empresas.
2. Confrontando desafios
As pessoas criativas não fogem dos desafios mas os enfrentam perguntando “como eu posso superar isto?”. Elas têm uma atitude positiva e vêem em cada problema uma oportunidade de exercitar a criatividade e conceber algo novo e valioso.
3. Descontentamento construtivo
As pessoas criativas têm uma percepção aguda do que está errado no ambiente em volta delas. Contudo, elas têm uma atitude positiva a respeito desta percepção e não se deixam abater pelas coisas erradas. Ao contrário, elas transformam este descontentamento em motivação para fazer algo construtivo. Santos Dumont era um entusiasta dos balões mas não estava satisfeito com suas limitações e não descansou até inventar uma aeronave dirigível.
4. Mente aberta
Criatividade requer uma mente receptiva e disposta a examinar novas idéias e fatos. As pessoas criativas têm consciência e procuram se livrardos preconceitos, suposições e outros bloqueios mentais que podem limitar o raciocínio. Quem vê um celular apenas como um telefone, jamais pensaria em agregar ao aparelho outras utilidades como fotografia, GPS, e-mail e MP3.
19 de jan. de 2012
7 Lições de Empresários Emergentes
1. Preste atenção às pequenas necessidades
O pequeno empreendedor das classes emergentes consegue crescer percebendo pequenas necessidades não atendidas e chances de vender algo ligeiramente melhor do que o que já existe. O segredo é lembrar que, com uma economia cada vez mais complexa, surgem nichos dentro de nichos. O mecânico industrial Almir Lopes, de Sumaré, São Paulo, montou uma oficina móvel numa perua a fim de oferecer serviços de conserto e afiamento de ferramentas profissionais. Nesse nicho, Lopes teve de se especializar em cada segmento que pretendeu explorar, como açougues, marcenarias e, recentemente, pet shops, cada um com sua necessidade.
2. Use dinheiro emprestado como água na Caatinga
Cartão de crédito, cheque especial, limite... Não importa o nome, dinheiro emprestado não é dinheiro seu. Isso significa que ele precisa ter uso controlado, resultado concreto e devolução conforme o previsto. O Banco do Nordeste oferece linhas de microcrédito a 500 mil pessoas. Elas usam bem o capital. Dos microempreendedores considerados pobres no momento em que pegaram esse dinheiro emprestado, mais de 60% conseguiram ultrapassar a linha da pobreza. E a inadimplência fica abaixo de 2%.
3. Se você não é tão forte, seja flexível
Pequenos negócios das classes C e D sofrem duramente com mudanças no ambiente – nos hábitos de consumo, nas leis, na economia. A receita para enfrentar a volatilidade é avaliar o mercado constantemente e não deixar a cintura endurecer. Nara da Rosa, hoje dona da padaria Furabolo, em Pelotas, Rio Grande do Sul, teve uma loja de roupas por sete anos. Aí chegaram os concorrentes maiores, e ela percebeu que não conseguiria sustentar uma guerra de preços com eles. Fez bem. “Empreendedor de sucesso é aquele que consegue mudar o foco se necessário”, diz Rodrigo Teles, diretor da Endeavor.
4. Faça networking – com objetividade
Dificilmente um empreendedor emergente dirá que faz “networking” (o cultivo de contatos profissionais que podem ajudá-lo no futuro). Mas é exatamente o que a maioria deles faz, em geral de forma mais organizada, frequente e prática do que os profissionais de grandes empresas. Em vez de investir tempo em eventos sociais e trocar cartões, o emergente busca contatos que possam lhe trazer oportunidades, informações e serviços. Um exemplo são as associações, como a Zumbi dos Palmares, que reúne 22 artesãs em Colombo, no Paraná. “Lá a gente aprende coisas que não dá para aprender sozinha e cada uma ganha mais com isso”, diz Denise Ramos.
5. Tenha sempre um recurso extra para emergências
O pequeno empreendedor emergente já viveu ou já viu de perto os efeitos da falta de emprego, de infraestrutura e de serviços básicos – e sabe a importância de ter uma rede de segurança independente de familiares. Helena dos Santos, de Monteiro Lobato, São Paulo, é casada e conta com a agricultura de subsistência no sítio da família. Com a apicultura, porém, tornou-se capaz de ganhar dinheiro sem precisar pedir ao marido. “É um dinheirinho meu”, diz. “Toda pessoa precisa ter um dinheiro próprio para o caso de aparecer algum problema no futuro.” A lição vale para famílias de todas as classes.
6. Aproveite ao máximo os recursos que tem
Quem escapa da pobreza precisa de resultados rápidos – afinal, não há recursos sobrando que possam ser desperdiçados em tentativas fracassadas. Esse empreendedor evita adiar projetos à espera da obtenção dos recursos ideais. Em vez disso, avalia o que existe a seu dispor. “Eu sabia fazer calcinhas e meu marido tinha um Fusca. Sugeri que ele fosse vender em outras cidades”, afirma Onélia de Mello, dona de uma confecção de lingerie em Minas Gerais. Ela também melhorou seus produtos com engenharia reversa: comprava peças bonitas e as descosturava para aprender como haviam sido feitas.
7. Aprenda, mas busque valor no que já conhece
O cearense Francisco Araújo trabalhou por seis anos em uma fábrica de antenas. Quando a empresa deixou Fortaleza, ele decidiu ficar e aproveitar sua experiência, fabricando antenas nos fundos de sua casa. Deu certo. O pesquisador Benson Honig, da Universidade Stanford, nos EUA, estudou pequenos empreendimentos na Jamaica e constatou que esse tipo de conhecimento prévio é um fator de sucesso tão importante quanto a capacitação do empreendedor. Entram nessa conta conhecimentos sobre um tipo de cliente, um grupo ou uma demanda.
O pequeno empreendedor das classes emergentes consegue crescer percebendo pequenas necessidades não atendidas e chances de vender algo ligeiramente melhor do que o que já existe. O segredo é lembrar que, com uma economia cada vez mais complexa, surgem nichos dentro de nichos. O mecânico industrial Almir Lopes, de Sumaré, São Paulo, montou uma oficina móvel numa perua a fim de oferecer serviços de conserto e afiamento de ferramentas profissionais. Nesse nicho, Lopes teve de se especializar em cada segmento que pretendeu explorar, como açougues, marcenarias e, recentemente, pet shops, cada um com sua necessidade.
2. Use dinheiro emprestado como água na Caatinga
Cartão de crédito, cheque especial, limite... Não importa o nome, dinheiro emprestado não é dinheiro seu. Isso significa que ele precisa ter uso controlado, resultado concreto e devolução conforme o previsto. O Banco do Nordeste oferece linhas de microcrédito a 500 mil pessoas. Elas usam bem o capital. Dos microempreendedores considerados pobres no momento em que pegaram esse dinheiro emprestado, mais de 60% conseguiram ultrapassar a linha da pobreza. E a inadimplência fica abaixo de 2%.
3. Se você não é tão forte, seja flexível
Pequenos negócios das classes C e D sofrem duramente com mudanças no ambiente – nos hábitos de consumo, nas leis, na economia. A receita para enfrentar a volatilidade é avaliar o mercado constantemente e não deixar a cintura endurecer. Nara da Rosa, hoje dona da padaria Furabolo, em Pelotas, Rio Grande do Sul, teve uma loja de roupas por sete anos. Aí chegaram os concorrentes maiores, e ela percebeu que não conseguiria sustentar uma guerra de preços com eles. Fez bem. “Empreendedor de sucesso é aquele que consegue mudar o foco se necessário”, diz Rodrigo Teles, diretor da Endeavor.
4. Faça networking – com objetividade
Dificilmente um empreendedor emergente dirá que faz “networking” (o cultivo de contatos profissionais que podem ajudá-lo no futuro). Mas é exatamente o que a maioria deles faz, em geral de forma mais organizada, frequente e prática do que os profissionais de grandes empresas. Em vez de investir tempo em eventos sociais e trocar cartões, o emergente busca contatos que possam lhe trazer oportunidades, informações e serviços. Um exemplo são as associações, como a Zumbi dos Palmares, que reúne 22 artesãs em Colombo, no Paraná. “Lá a gente aprende coisas que não dá para aprender sozinha e cada uma ganha mais com isso”, diz Denise Ramos.
5. Tenha sempre um recurso extra para emergências
O pequeno empreendedor emergente já viveu ou já viu de perto os efeitos da falta de emprego, de infraestrutura e de serviços básicos – e sabe a importância de ter uma rede de segurança independente de familiares. Helena dos Santos, de Monteiro Lobato, São Paulo, é casada e conta com a agricultura de subsistência no sítio da família. Com a apicultura, porém, tornou-se capaz de ganhar dinheiro sem precisar pedir ao marido. “É um dinheirinho meu”, diz. “Toda pessoa precisa ter um dinheiro próprio para o caso de aparecer algum problema no futuro.” A lição vale para famílias de todas as classes.
6. Aproveite ao máximo os recursos que tem
Quem escapa da pobreza precisa de resultados rápidos – afinal, não há recursos sobrando que possam ser desperdiçados em tentativas fracassadas. Esse empreendedor evita adiar projetos à espera da obtenção dos recursos ideais. Em vez disso, avalia o que existe a seu dispor. “Eu sabia fazer calcinhas e meu marido tinha um Fusca. Sugeri que ele fosse vender em outras cidades”, afirma Onélia de Mello, dona de uma confecção de lingerie em Minas Gerais. Ela também melhorou seus produtos com engenharia reversa: comprava peças bonitas e as descosturava para aprender como haviam sido feitas.
7. Aprenda, mas busque valor no que já conhece
O cearense Francisco Araújo trabalhou por seis anos em uma fábrica de antenas. Quando a empresa deixou Fortaleza, ele decidiu ficar e aproveitar sua experiência, fabricando antenas nos fundos de sua casa. Deu certo. O pesquisador Benson Honig, da Universidade Stanford, nos EUA, estudou pequenos empreendimentos na Jamaica e constatou que esse tipo de conhecimento prévio é um fator de sucesso tão importante quanto a capacitação do empreendedor. Entram nessa conta conhecimentos sobre um tipo de cliente, um grupo ou uma demanda.
13 de jan. de 2012
Dicas para o 1º Emprego
Dicas para a entrevista, dinâmica e no trabalho, para o seu 1º emprego. Clique com o botão direito em cima da imagem e escolha "exibir imagem" ou algo parecido, para mostrá-la no seu tamanho real.
11 de jan. de 2012
Perfil do Empreendedor
O perfil de quem faz, ou pretende fazer a diferença ao abrir um novo negócio
• O empreendedor faz o que deve ser feito antes de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias.
• Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços.
• Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos terrenos, local de trabalho ou assistência.
• O empreendedor avalia alternativas, calcula riscos deliberadamente.
• Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados.
• Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.
• O empreendedor encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápidas ou mais barato.
• Age de maneiras a realizar ações, serviços e produtos que satisfaçam ou excedam padrões de excelência.
• O empreendedor faz o que deve ser feito antes de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias.
• Age para expandir o negócio a novas áreas, produtos ou serviços.
• Aproveita oportunidades fora do comum para começar um negócio, obter financiamentos, equipamentos terrenos, local de trabalho ou assistência.
• O empreendedor avalia alternativas, calcula riscos deliberadamente.
• Age para reduzir os riscos ou controlar os resultados.
• Coloca-se em situações que implicam desafios ou riscos moderados.
• O empreendedor encontra maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápidas ou mais barato.
• Age de maneiras a realizar ações, serviços e produtos que satisfaçam ou excedam padrões de excelência.
Assinar:
Postagens (Atom)





