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5 de fev. de 2012

Como Ensinar Economia Para as Crianças

Uma relação boa das crianças com o dinheiro pode prevenir problemas financeiros na vida adulta

Desde o começo da vida é importante ensinar as crianças como se relacionar com o dinheiro. Um bom entendimento de economia no início previne problemas na vida adulta. Pensando nisso, o educador financeiro Mauro Calil dá dicas importantes para os pais que querem introduzir seus filhos neste assunto.

Para Calil, é importante começar a criar familiaridade das crianças com o dinheiro desde cedo. “A partir dos dois anos já é possível começar a brincar com as crianças mostrando os animais nas notas” aconselha. “É crucial tornar dinheiro uma parte da vida dos seus filhos”, completa.

Quando elas aprendem os números também é possível relacionar cada cor ou cada bicho a um valor, desta forma, quando elas começam a fazer contas já entendem que duas notas de dois formam quatro reais e assim por diante.

Mesada ou Semanada

A mesada ou semanada é muito importante para que as crianças aprendam a lidar com seu próprio dinheiro, entendendo que aquelas notas e moedas têm um valor de troca. “O valor da mesada ou semanada depende das condições da família, mas mesmo nas mais abastadas não deve ser um valor muito alto”, explica Calil.

O conceito do cofrinho também ajuda as crianças a compreenderem a relação de quantidade, percebendo que a cada moedinha colocada no porquinho o peso cresce e o valor total aumenta, desta forma os filhos acompanham o fluxo do seu próprio dinheiro.

Prêmios e recompensas

Para o educador financeiro, prêmios e recompensas podem ser dados para as crianças em torno dos 11 anos. No entanto, algumas situações especiais também podem ser premiadas, como tirar as melhores notas do ano ou se ajudar nas tarefas de casa.

29 de jan. de 2012

20 Dicas Para Economizar na Compra do Material Escolar

Especialistas mostram como transformar essa tarefa de início de ano em um gostoso - e não tão caro - programa familiar

Antes de sair de casa, veja se a loja dá desconto se você levar seus materiais usados

Comprar material escolar para os filhos não costuma ser um motivo de alegrias. Além de ser um sinal de que as férias estão acabando, o gasto muitas vezes pode gerar um rombo no orçamento familiar, sem contar o tempo necessário para pesquisar preços e ir até as lojas para fazer as compras.

Mas nada disso precisa ser um martírio. Especialistas do Procon-SP e da DSOP Educação Financeira dão 20 dicas para economizar e transformar o compromisso escolar em um gostoso programa familiar.

Antes de sair às compras
1) Faça uma caça aos materiais espalhados pela casa. Chame seus filhos para uma brincadeira, em casa mesmo, em que devem fazer uma caça a materiais que sobraram dos anos anteriores. “Vejam gavetas, armários, escrivaninhas e bolsas e procurem por itens que podem ser aproveitados,” diz Reinaldo Domingos, educador financeiro da DSOP.

Faça deste dia uma oportunidade de começar a inserir a educação financeira em sua casa. Para animar as crianças, personalize os materiais velhos para que sejam reutilizados de uma forma que agrade à criança. “Faça um ‘caderno da família’, por exemplo, com as folhas que sobraram de vários outros. Imprima uma foto do gosto de seu filho, cole na capa e plastifique. É uma forma de ensinar a criança a não desperdiçar,” diz Domingos.

2) Estabeleça prioridades financeiras que venham antes do material escolar. No mesmo dia, ou assim que possível, reúna toda a família e liste os sonhos que todos querem conquistar durante o ano.Juntos, vejam quanto custará realizar cada um deles e mostre para as crianças que a economia com o material escolar pode ajudar na busca pelos sonhos.

“Se querem viajar, comprar um computador, uma bola, um I-Pad, digam para a criança que uma parte será tirada do material. O ideal é que o sonho seja a prioridade delas,” afirma Domingos. Ainda que as duas dicas acima possam tomar um ou dois dias, "um dos segredos da compra bem sucedida é ter tempo," diz.

13 de jan. de 2012

Planilha de Orçamento Doméstico

Planilha para manter o controle das despesas caseiras. Excelente ferramenta para quem quer manter o controle sobre as finanças. Ótima ferramenta onde você insere as despesas e receitas e a planilha mostra seu orçamento, gráficos variados e outras coisas.

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12 de jan. de 2012

Casamento com Amor e Prosperidade


Oito dicas para manter um casamento com amor e, principalmente, prosperidade

1. Conversar sobre projetos e dinheiro não mata o romance
Dinheiro é apenas um meio para realizar fins, mas casais têm dificuldade para tratar do tema. As jornalistas de economia americanas Paula Szchuman e Jenny Anderson, para escrever o livro Spousonomics (sobre a aplicação de princípios econômicos aos relacionamentos), ouviram casais de várias regiões dos Estados Unidos. Eles também encontraram evidências de dificuldade de comunicação: 42% dos casados disseram já ter escondido informações financeiras importantes do parceiro. Entre os motivos alegados estão a vergonha e o medo de provocar uma discussão.

Se quiser evitar esse tipo de zona proibida nas conversas em seu casamento, não é bom policiar os gastos do outro – um erro comum e gerador de conflitos, principalmente entre casais jovens, segundo o psiquiatra Luiz Cuschnir, chefe do grupo de estudos de gênero do Hospital das Clínicas de São Paulo. Um jeito mais produtivo de os dois se acostumarem com esse tipo de conversa é partir dos temas mais simples, como os gastos fixos da casa, para depois chegar aos mais complexos, como investimentos e projetos de longo prazo.

Um estudo feito pela Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, avaliou a qualidade dos relacionamentos, mas no aspecto financeiro, entrevistando 1.734 casais. Em vez de avaliar a situação dos casais, a pesquisa limitou-se a perguntar quão importante eles consideram o dinheiro. Quem respondeu que o dinheiro era muito importante também foi mal em uma série de indicadores de felicidade conjugal. Os pesquisadores concluíram que os casais “dinheiristas” têm pior relacionamento. Outra conclusão possível é que os casais que dão muita importância ao dinheiro são justamente os mais quebrados, e também os mais infelizes.

2. Comece a aprender logo no namoro
Os sinais emitidos pelo parceiro durante o namoro sobre como ele lida com dinheiro podem ter parecido pouco importantes, entre todos aqueles beijos, mas estavam lá. Quando o assunto é organização financeira, o outro também formou um jeito de ser ainda na infância. É difícil para os apaixonados em começo de relacionamento tratar de hábitos de consumo e investimento. Num relacionamento saudável, esse tipo de conversa deve se tornar progressivamente mais fácil. A psicóloga Cleide Guimarães recomenda que o enamorado se faça algumas perguntas, se estiver disposto a avançar no relacionamento. Algo relacionado a dinheiro me incomoda na família do outro? O namorado (ou namorada) se comporta como a família? O que gostaria de mudar nela ou nele? Aceitaria mudar por ela (ou ele)? Respostas francas ajudam a definir o rumo, os termos e as expectativas do casamento.

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